sábado, 25 de julho de 2015


                         
                     Brincando e Diagnosticando                                           
        

 Durante a apresentação musical e um diálogo sobre barcos, que com certeza se prolonga um bocado, já  poderemos observar a desenvoltura individual. Então todos faremos um barquinho de papel. Com direito a ajuda, depois de  algumas tentativas. Essa ajuda poderá ser daqueles espertinhos que já saibam fazer. E podes crer; serão vários. Essa colaboração é benéfica devido o linguajar bem entendido entre eles. E o resultado dessa atitude será interação e menos tumulto, pois a conversa será  produtiva por ser relativa ao trabalho.
            No decorrer da atividade permitir que cantem a música tentando fazer a troca pelo nome do colega.
            Com certeza ocuparão um bom tempo. Depois peça que cada um pinte o seu barco com a cor favorita. Ao término de todos os barquinhos sugerir  que exponham-nos num cantinho previamente preparado por nós. Ex. Duas mesinhas cobertas de azul. Poderá ser com plástico. Ficará  linda a exposição e trará um orgulho e tanto!!
           Deixar os barquinhos ali até o próximo dia , pois agora terão um sério assunto; discutir o  relacionamento aluno/professor/ comunidade escolar ali envolvida, para o bom andamento da aprendizagem. Não esquecendo de sempre frisar que o prédio a todos pertence ,e tudo nele contido deve ser preservado por ser de nossa responsabilidade.
          Conversar sobre algumas atitudes que eles acham que não são recomendadas, os porquês, as que devem ser desenvolvidas  e suas justificativas, promover  um verdadeiro debate. Quanto ao  deve ter sempre as suas sugestões, pois serão questionadas também. E é justamente nesse gancho que serão registrados  na lousa os acordos firmados. Depois registra-se  no papel que será colocado  num lugar bem visível da sala para que sempre que alguém quiser  burlar um  deles, a turma relerá..
                     

                                             Que tal começarmos com dobraduras e música?


A melhor maneira para deixar uma criança à vontade no primeiro dia de aula é a aplicação de atividades lúdicas e divertidas. E nada melhor do que música, dobradura, dentre muitas outras.

Através dessas atividades o professor diagnostica facilmente sua criança quanto a desenvoltura, os conhecimentos informais, sua formação familiar, habilidades e os conhecimentos formais já adquiridos.

Por isso, durante o desenvolvimento das atividades no primeiro momento nunca deve ser imposto. Caso contrário, ela poderá se sentir inibida por possuir alguma dificuldade, o que fará com ela perca o foco prioritário que é conhecer o aluno. Deixando-o à vontade a interação começa a fluir espontaneamente, através da colaboração de alguém com habilidade . Ah! A criança deve ter liberdade de expressão, logicamente com moderação, pois, nós professores, sabemos que a criança extrovertida é capaz de contar todos os fatos ocorridos em sua casa sem nenhum constrangimento. Se for o caso, desviar sua atenção sutilmente para a atividade, para que não saia do foco principal, que é a interação, e ao mesmo tempo não trazer consequências ao longo da sua aprendizagem.

Agindo assim, com certeza a socialização ocorrerá de forma saudável, espontânea, consciente e prazerosa facilitando a troca de informações entre professor/aluno. Visando de forma segura a construção e assimilação da aprendizagem no decorrer do processo.

trabalhos

sábado, 7 de setembro de 2013


                                  É Conversando Que Se Faz Os Acordos Essenciais


      Bem agora os deixarei à vontade, pois já devem ter traçado e transcrito para o papel, os famosos acordos firmados. Eles são essenciais nos processos de interação e aprendizagem. Como sabemos, estamos um momento em que aqueles valores que outrora equilibrava a coletividade e que faziam parte das nossas vidas estão em "extinção".Com certeza nos acordos de vocês muitos desses voltaram à tona:
     Voltando as nossas atividades:
     Pode-se aproveitar o material para a iniciação formal da leitura e escrita . Isso dar-se-à com o registro do nome de cada um no seu trabalho.Eu mesma gostava de escrever, mas se for uma sala onde já saibam ler e registrar deixe-os à vontade. Eu particularmente gostava de entregar as fitas de sulfite com os nomes já registrados para que colassem.E sugeria que escolhessem um símbolo para o seu barco e desenhassem.  Outra atitude minha que muitos estudiosos não gostam é escrever os nomes em duas modalidades de letras: caixa alta e manuscrita. Sempre fiz e funcionava, tem aqueles com mais facilidade numa das modalidades. Eu também traçava as linhas na lousa quando se tratava dos primeiros anos. Nunca fui adepta de caderno de caligrafia, pois acho que funciona se você estiver acompanhando e, não acho uma boa atividade para se fazer em sala. Eu ensinava o traçado correto na lousa, pois todas as atividades eram acompanhadas e assessoradas por mim. O curioso é que as letras ficavam todas parecidas.
     Ah! Não me esqueci dos acordos não! Os meus nunca faltavam esses  hitens.
    -cumprimentar a todos com um belo sorriso,
    -com licença;
    - por favor;
    - desculpe;
    -posso ajudar?
    -só pedir pra sair se precisar;
    -se estivesse com algum problema levar bilhete informativo;
    -idas ao banheiro um por vez; ou então eu formava duas filas e iríamos uma vez antes e outra depois do intervalo.Eles gostavam dessa alternativa.
     -todos podiam levar sua água para beber na sala.
     -ser constantes e pontuais...
     Era enviada uma cópia para os seus responsáveis que davam ciência. Outra eles colavam no caderno de classe. Uns já tentavam digitar nas aulas de informática. Isso perto da minha aposentadoria, pois não possuíamos tal recurso.
   

  

terça-feira, 20 de agosto de 2013